Sobre nós

Somos uma família, agora de pai e filhos separados, porque o sistema de cumplicidade e interesse pessoal, nos vitimizou. Quando a 27 de Novembro de 2008, duas crianças que choravam aterrorizadas, eram arrastadas pelo chão do tribunal de Cabinda, perante a felicidade do magistrado envolvido - Dr. Juiz Gongo e os seus cúmplices - D. Ester, escrivã do 2º cartório e Sr. Carlos Francisco do 3º, tentavam a qualquer custo e em desespero mandar-me prender.

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Revolta

O relatório de factos, evidenciará a revolta sentida por um pai que sofreu os piores vexames e humilhações, em nome de interesses pessoais, que nada têm a ver com a justiça (ou a lei). A mãe das crianças que apenas procurava manifestar ódios, pela irreverssibilidade da situação, não se poupou a acusações das mais vis, como de abusos sexuais sobre a minha filha. O juiz que, a ser verdade o que a sociedade de Cabinda comenta, apenas viu na queixosa um escape de prazer, numa cumplicidade com a mãe da senhora e de D. Ester, em conjunto com manifestações não reprimidas, de ódio e racismo, como o Semanário Angolano "Folha 8" referiu, depois de auscultar alguns cidadãos em Cabinda.

Penso que depois disto, que me parece não moverá honestidades para contrariar a presente situação, só me resta apelar para a justiça divina, que decerto tardará, mas não falhará. Inconformado não desistirei da minha luta pela justiça, para que no mínimo, sejam chamados à responsabilidade todos os envolvidos.

Apontamento

Muitas serão as evasivas para justificar as ilegalidades cometidas. O grave é a cumplicidade de colegas e superiores hierárquicos do Dr. Afonso Gongo para esconder as suas faltas e incompetências. Advogados vindos de Luanda, tentaram a todo o custo audiências com o Juiz Presidente - Dr. Mesquita - que amiúde dizia (telefonicamente) à secretária, estar ausente da Província, para evitar embaraços. Assim se mantém o mais absoluto silêncio sobre uma conveniente situação (para o juiz e para a senhora sua cúmplice) mantendo "reféns" duas crianças que vivem aterrorizadas num cárcere domiciliário, receando o pior, agora por parte do pai. Deram-se ao cuidado de dizer às crianças que "o pai as queria matar" para que se escondessem e desde então vivam enclausurados. Esperava "deles" mas nunca do Dr. Mesquita. Enfim desilusões, frustrações  e injustiças são já "marca da casa", como é já reconhecido por todo o mundo...

(I)legalidade?

O Senhor Vilela, tentou todos os subterfúgios para justificar uma ilegalidade de 40 anos de residente, o que muito lhe agradaria, mesmo depois de ser confrontado com provas, como as de Empresário local, de professor e mais recentemente de Consultor da Procuradoria Militar. Penso que o Alvará aqui exibido, demonstrará o grau de envolvência na conspiração contra mim montada. O silêncio continua a ser absoluto. Será o Senhor Vilela assim poderoso na sua função de "cacique" em Cabinda?

Documento da tranquilidade!

Delegado do SME - Cabinda

Algumas atribulações, originaram a pior solução, mas a mais tranquila. É verdade, para que pudesse respirar com algum alívio, apesar da angústia de ter de "abandonar" os meus filhos, tive de recorrer a uma "medida extrema", para sair de Angola. A situação que o Sr. Vilela dos SME em Cabinda me colocou, por reter um passaporte, que acabou por caducar, não accionando documentos legais de residência, logo não me possibilitando viajar, mesmo internamente, para que pudesse renovar o passaporte, obrigou a que tivesse de recorrer ao processo que motivou a emissão de um salvo-documento, para poder viajar pelo Congo. A obssessão em proteger a D. Magui - sua colaboradora e cúmplice na ocultação dos documentos, sub-chefe da fronteira do Massabi, continua por explicar, quem sabe os seus chefes em Luanda o consigam.

Talvez a Direcção Nacional consiga esclarecer porque é que a senhora em causa, bloqueou o processo, depois de receber tanto dinheiro. O seu chefe no Massabi - Sr. Pedrito, poderá testemunhar porque foi ele quem elaborou o último processo em 1995. Tudo isto é do conhecimento do Sr. Vilela que, terá recebido instruções do seu antecessor - Sr. Lobo - que convenientemente ignorou.

Provedor de Justiça

Renovo aqui a admiração de muitos anos pela figura do Provedor de Justiça - Dr. Paulo Tchipilica - mas fico apreensivo quanto à sua intervenção nos órgãos que difundem e interpretam a lei. Na sua recente deslocação a Cabinda em reunião com as autoridades tradicionais, disse: "As pessoas não precisam de constituir advogado. Podem dirigir-se directamente ao Provedor de Justiça" in TPA - 9 de Setembro de 2010... e acrescentou  

Todo cidadão pode apresentar queixa de poderes públicos, sempre que injustiçadoSe assim é porque não é o cidadão - reclamante - atendido nas suas reclamações? Senhor Provedor, pelo que se tem tornado público a intervenção do seu Ministério tem sido mais nos litígios políticos e os cidadãos? Será que as ilegalidades evidenciadas nos tribunais angolanos e os de Cabinda, mais referidos até pela imprensa internacional, não merecem a atenção de V.Exa.? Faz tempo que enviei, também à sua instituição as minhas reclamações, depois de as mesmas terem sido ignoradas e ocultadas pelas demais dos sectores da lei em Angola, sem que tenha obtido qualquer resposta. Acredito na sua isenção e sentido de justiça, por isso quero acreditar que este assunto possa merecer a sua atenção. Decerto não trará justiça para mim e para os meus filhos, mas decerto enaltecerá a sua figura na sociedade se forem chamados às suas responsabilidades todos os visados e protagonistas.

Contatos

Justiça em cabinda fmmsic@hotmail.com