Bem-vindos ao nosso Site (meu e de meus filhos...)

Porque a busca pela justiça me move e o sofrimento infligido a meus filhos que tive de "abandonar" por razões de segurança pessoal, decidi recorrer à opinião pública, denunciando a minha revolta.

Não acredito na justiça pela lei porque a mesma nunca será favorável aos menos influentes por sistemas tendenciosos, de favoritismo e interesse pessoal, mas não deixarei cair no silêncio o que se passa na justiça em Cabinda, na luta pelos direitos humanos, onde os interesses se confundem. Sim é preciso destrinçar a justiça pelas causas e a justiça social, que não rigorosamente a mesma coisa. Tentarei mais à frente dar a minha modesta opinião, pela experiência de vivência com um povo ao longo de 40 anos.

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    Pai e Ricardo               Pai e Inês           Pai, Inês e Ricardo

Justiça e Legado

A justiça dos homens, suportada por uma lei, na maior parte das vezes injusta, perdeu já o sentido na esperança de uma sociedade melhor. Só a verdade pode trazer justiça e isso está somente na consciência do homem, não nos seus instrumentos habilidosos, como os livros da lei na sua ambiguidade. Um mal necessário que regulando a sociedade actual, traz tantas tristezas e mágoas de que quase nunca nos recompomos. Este site decerto não trará justiça, pois que o sentido de auto-protecção de que os altos cargos se revestem jamais o permitirão. Porém os meus filhos a quem reconheço capacidade de justiça e inteligência irão crescer e um dia, na idade do entendimento, saberão a verdade e darão o seu (deles) veredicto. É para eles que deixo este legado de tristeza e mágoa, que decerto não provocará o arrependimento de ninguém.

...da Procuradoria de Cabinda

De muito cedo e logo após a sua nomeação o Dr. António Nito se revelou. Talvez por amizade ou cumplicidade da classe (Dr. Afonso Gongo) tudo fez para boicotar o rumo da justiça. Imensas as reclamações e petições que nem resposta mereceram. Recusas de audição e num desrespeito total pela lei, numa clara e violenta violação do código penal, ocultou documentos que evitaram a pena de prisão da senhora envolvida (mãe das crianças). A pena que a lei contempla por falsificação de documentos é de  2 a 8 anos de prisão: Artº 216º (1º e 3º) - (Falsificação de documentos autênticos ou que fazem prova plena).

É este o modelo de Ministério Público que o povo precisa? Tendencioso e parcial que em nada favorece o Estado (o povo).

Sobre este assunto, poderia envolver mais gente nomeadamente advogados, que trabalhando para mim, se aliaram à outra parte, mas remeter-me-ei para posteriores observações.

Testemunho ou Testamento

Incerto é o meu futuro. Tudo perdi, até os bens materiais pelos quais tanto trabalhei. Tento refazer a minha vida, carregando a tristeza e dúvida sobre se algum dia voltarei a ver os meus filhos. Não sei o que lhes possa deixar, quando deste mundo partir, para além deste testemunho, porque a verdade não se poderá ocultar para sempre. Na idade da compreensão saberão tomar as atitudes mais correctas e apelar para as responsabilidades do que lhes foi tirado quando mais precisavam.

Sr. Dr. Juiz Presidente

Em todo o tempo que as minhas reclamações se tornaram publico, estranhamente continua um silêncio "sepulcral", mesmo depois de recorrer a todos os Órgãos (até de soberania).

Confesso a minha admiração pelo Sr. Dr. Juiz Presidente do Tribunal de Cabinda - Dr. Mesquita - razão pela qual me perturba o seu total alheamento a toda esta situação. Entretanto continuam as maiores atrocidades jurídicas no seu tribunal. Violações constantes ao código penal e civil por parte dos responsáveis pelos cartórios - D. Ester e Sr. Carlos Francisco - que manipulam os processos à sua vontade, com o total conhecimento e cumplicidade de juizes, em especial o Dr. Gongo e conhecimento geral da população, impunemente.

Até hoje o Sr. Carlos Francisco - 2º Cartório - continua a recusar cópias de documentos do processo, quando a outros permite a saída de processos, para que sejam fotocopiados no exterior do tribunal. Como pode permitir uma coisa destas Dr. Mesquita? Será que só pela corrupção se pode chegar à legalidade? É que os "outros" diziam: "Não se preocupe, o Carlos trabalha para nós. Nós pagamos-lhe".

Teoria da Conspiração

Depois de tudo o que passei em Cabinda, o que menos esperava era que, por pressões do magistrado em causa - Dr. Afonso Gongo -, o Delegado do SME - Sr. "Vilela" - se desse ao trabalho de me seguir e até de mandar elementos da polícia investigar-me. Em reunião no seu gabinete, pretendeu questionar a minha presença em Angola durante 40 anos. Cedo se manifestou, quando agendando uma segunda reunião (que não teve lugar) desabafou:  O senhor tem muitos truques, mas não pode andar a fazer queixa dos juizes". Usando dos maiores subterfugios, encobriu a todo o custo as evidências de ilegalidade e corrupção da sua funcionária - D. Magui - que cumplicemente alimentou a conspiração montada sob a batuta do Dr. Afonso Gongo.  Devo dizer que a sua promoção a sub-chefe do posto de Massabi se torna muito suspeita. Nem só Deus sabe as verdadeiras razões de todo o envolvimento - eu também sei.

Ninguém estará isento de culpas, já que todos os responsáveis desse País, foram devida e legalmente informados de todo o processo, mantendo um silêncio cúmplice com todos os tendenciosamente envolvidos. Há duas crianças em risco constante, que perderam o interesse pela vida e que, tragicamente vão acumulando traumas para a vida. TODOS SERÃO CULPADOS... e a si Sr. Dr. Afonso Félix Guerra Gongo, jamais poderá dormir o sono dos justos - espero que tenha consciência disso. De qualquer modo as reclamações às entidades competentes, como Governador de Cabinda, Ministério da Justiça, Supremo, PGR, AR e Gabinete da Presidência, etc. mantêm-se, já que os demais incluindo a Procuradia-geral, continuam num silêncio absoluto.

Lamentação e desgosto

Lágrimas já não há, mas foram imensas ao longo de todo este tempo (desde Setembro de 2007) que quase me destruiram fisicamente. O que aliás "essa" família fez constar ser o maior objectivo. Não será difícil aos visitantes deste site e que bem me conhecem, lembrar o grau de ligação entre mim e os meus filhos, que choraram e se arrastaram pelo chão por duas vezes, quando oficiais de justiça enviados pela D. Ester os "arrancavam" das minhas mãos. Depois de 27 de Novembro de 2008, data em que os vi pela última vez, nunca mais foi possível o contacto físico e visual. Sempre que por mim passavam (de carro) escondiam-se intimidados e ameaçados que estavam, tendo-lhes incutido o terror. Passaram a ter medo do pai. Nunca consegui entender como o conseguiram, apesar de se comentar actividades de bruxaria, que levaram a estados de loucura em casa da mãe (avó), chegando a agredir o próprio pai, acusando-o de "marido nocturno". Tudo isto, que mereceria uma atitude por parte de qualquer magistrado, em qualquer parte do mundo, foi ignorado pelo Dr. Gongo convenientemente, mesmo depois de denunciado. O Meretíssimo ainda tentou por todos os meios que me prendessem nessa data, tendo-se insurgindo com o chefe de secretaria da Procuradoria de Cabinda por não ter colaborado. Que obssessão.

Advogados

Infelizmente a experiência é triste e as esperanças pouco animadoras. Não falarei, por enquanto em nomes, para não ferir susceptibilidades. É evidente o clima de fragilidades, quer pelas amizades com os magistrados, quer pelo receio de afectação em outros casos pendentes. Reitero a minha confiança nos meus actuais representantes, mas receio pelas dificuldades que têm para o fazer e que possa desmotivá-los a continuar, como anteriormente. Prometo porém publicar mais dados e factos oportunamente.

Carlos Francisco

Escrivão do 1º Cartório

As más notícias chegam rápido, como se previa e eu informei. O Escrivão do 1º Cartório e amigo e confidente do Meritíssimo Juiz Dr. Gongo está preso. Não seria difícil de prever, pela ostentação do seu modo de vida. Para além dos "roubos" de que está indiciado, alertei, em tempo útil e às autoridades competentes do seu modo de actuação junto de advogados e constituintes (e constituídos!) - não obtive resposta até hoje. Era muito o dinheiro que de todos recebia, daí o visível "palácio" onde vive no Cabassango. Já não é a primeira vez que o referido indivíduo é preso, daí que se interrogue amiúde, para onde vai a a justiça do País com tão má imagem. Para além de não ser surpresa, devo chamar a atenção para outros personagens desta minha tragédia, pois a seu tempo outros surgirão e eu estarei atento para o denunciar. Só tenho pena deste País que não merece este tipo de protagonismo.

Legalidade

Não será demais referir que o meu filho - Ricardo - viajou, pela 1ª vez para Angola, em Setembro de 2003 com um visto de turista de 30 dias e que há 7 anos se encontra ilegal. Nasceu em Portugal a 12 de Abril de 2001 e nunca se registou em Angola. Será que vão (o Sr. Juiz e a mãe da criança) encontrar um modelo legal de o fazer agora, sem meu consentimento ou conhecimento? Será que o seu grande amigo e Delegado dos SME - Senhor Viella -  encontrará um modelo legal de residência, que a mim (residente há 40 anos) negou? Aliás e apesar de continuar na escola, o meu filho não tem qualquer documento legal, já que os anteriores documentos portugueses caducaram há muito tempo. Assim tem apenas e como documento válido o registo de nascimento português, já que os demais documentos caducaram há muito tempo, depois de terem sido ocultados pela mãe.

Amigos! Que frustração...

Não sei se aprendi a lição porque confiar no próximo é um dos meus maiores defeitos e prejuízos. Durante todo o tempo em que vivi "acossado" pelos inimigos criados pela família (a mãe e a avó) das crianças, como a D. Ester do Tribunal, a D. Fernanda e D. Helena da Promoção da Mulher, D. Aldina da Lomba do M.I.N.A.R.S., falsos amigos se aproximaram, sempre vizando a possibilidade de negócio - os intermediários.

De entre eles destacava-se o Tony Costa, que não se poupava a esforços para promover negócios sobre os meus bens. Quando desmascarado e depois de "arrecadar" imenso dinheiro com vigarices, acabou por se aliar à família, de modo a evitar pressões. Chegou a ameaçar de me prender, só ele sabe porquê. Por se dizer militar ou militarizado e detentor de arma de fogo? Enviei queixa à Procuradoria Militar, de modo a repor ou indemnizar pelos bens e valores subtraídos. Os bens e valores em causa estão constantes na queixa, que se deverá manifestar. Uma desilusão para mim, que o considerei quase como um filho.

Tony Costa

De qualquer deverá explicar todas as suas actividades, desde a importação de uma máquina de gelo (com o meu dinheiro), que vendeu a terceiros, a janelas de alumínio que guardou em sua casa, conforme informação do importador, tendo eu pago despachos e direitos, despesas com viaturas em conjunto com um amigo no Congo, até verbas desviadas sobre a venda da casa, que não se vendeu, são muitos os milhares de USdólares de que se apropriou, que deverá repor e explicar.

Contatos

Justiça em cabinda fmmsic@hotmail.com